domingo, 29 de junho de 2014

Meu relato sobre dermatite atópica e o uso de produtos naturais com ingredientes orgânicos

Fui uma criança alérgica, suscetível a mudanças climáticas, mofo, poeira e picadas de mosquito. Tinha rinite, resfriado e gripe com frequência, e volta e meia surgia alguma irritação ou alergia na minha pele. Cheguei a fazer imunoterapia com alérgenos (tratamento com vacinas) e felizmente melhorei progressivamente, até chegar ao ponto de não ter mais rinite na idade adulta, e os problemas respiratórios se tornarem raros. Mas os episódios de inflamação da pele continuavam ocorrendo de tempos em tempos, e descobri que sofro de dermatite atópica.

“A dermatite atópica é uma doença crônica que causa inflamação da pele, levando ao aparecimento de lesões e coceira.” Essa definição consta no site da AADA (Associação de Apoio à Dermatite Atópica)http://www.aada.org.br/ —, que tem informações úteis e objetivas. Algumas delas estão reproduzidas abaixo.
“A dermatite atópica afeta geralmente indivíduos com história pessoal ou familiar de asma, rinite alérgica ou dermatite atópica. Essas três doenças são conhecidas como as doenças atópicas ou triade atópica.
A causa exata da dermatite atópica é desconhecida. No entanto, atualmente se sabe que a dermatite atópica não é uma doença contagiosa, e sim uma doença de origem hereditária.
A pele seca é uma característica muito presente e representa um dos fatores que mais contribuem para a piora da dermatite atópica. Para evitá-la, deve-se tomar cuidado na hora do banho, que deve ser rápido e com água morna. Evitar uso excessivo de sabonetes e buchas e aplicar um hidratante neutro nos três minutos logo após o banho, antes que a água que está na pele se evapore.
Substâncias irritantes, como produtos químicos em geral, roupas de lã ou de fibras sintéticas, poeira e fumaça de cigarro devem ser evitadas. Usar basicamente roupas de algodão. O quarto ou outros ambientes onde se passa a maior parte do tempo devem ser bem arejados, desprovidos de muitos móveis, cortinas, carpetes e bichos de pelúcia. Essas medidas de controle ambiental facilitam a limpeza do ambiente.”
Além das providências citadas, beber bastante água, receber massagem e fazer automassagem com regularidade, diminuir a exposição ao barulho e outros tipos de poluição urbana, fazer terapia, praticar atividades físicas e manter uma boa alimentação, confirmada por uma nutricionista especializada em nutrição funcional e fitoterapia, são alguns dos recursos que uso para estabelecer um estado geral de equilíbrio e bem-estar, e minimizar o estresse — um fator que pode agravar a dermatite atópica.

Nunca deixo de usar hidratantes no corpo inteiro e no rosto, imediatamente após meus dois banhos diários. Na hora de dormir, reaplico em certos pontos, e no outono e no inverno acrescento óleos vegetais e manteigas emolientes. Não esfrego a toalha na pele ao me enxugar, e quase não utilizo esfoliantes.

Por sorte, o meu caso não é grave. Depoimentos de pacientes graves expõem a realidade da discriminação da qual são alvo por causa da aparência da sua pele, e falam de como o preconceito e o desconforto afetam sua autoimagem e suas relações interpessoais. Não passei por isso, pois em mim as lesões são brandas (no princípio parecem picadas de mosquito) e são sempre incidências isoladas (no máximo três manchas por vez), portanto passam despercebidas pela imensa maioria das pessoas que me conhecem. Nas ocasiões em que ficaram mais críticas, estavam localizadas em áreas discretas.

Costumam aparecer nas minhas pernas, abaixo dos joelhos (essa é a região mais ressecada do meu corpo), e durante o inverno (quando o clima se torna mais frio e seco, e eu passo a tomar banho com água mais quente) ou quando estou extremamente estressada. Começam como uma mancha pequena, avermelhada, e a coceira inicialmente não é intensa. Acabei aprendendo que é importante tratar as manifestações assim que elas surgem e resistir ao impulso de coçá-las; do contrário, as manchas tendem a ir crescendo e a coçar mais, podendo apresentar descamação e escoriações. Para combater os sintomas, passo logo um medicamento tópico, receitado por uma dermatologista. Com ele, minhas lesões desaparecem completamente em poucos dias.

Convém frisar que a orientação médica é fundamental. Meus objetivos nesse texto são apenas passar algumas informações sobre a dermatite atópica — também denominada eczema atópico — e contar sobre hábitos e produtos naturais com ingredientes orgânicos que eu tenho usado para lidar com o problema da pele ressecada. Quero ressaltar que o fato de funcionarem comigo não necessariamente significa que darão o mesmo resultado em outras pessoas. Nada que esteja publicado aqui no Tantas Plantas tem o intuito de substituir avaliações médicas, nem tampouco prescrições médicas.

Nesse blog me proponho simplesmente a relatar minhas experiências com alternativas sem parabenos, liberadores de formol, BHT, silicones, ftalatos, lauril sulfato de sódio e lauril éter sulfato de sódio, metilcloroisotiazolinona e metilisotiazolinona, triclosan, corantes artificiais, propilenoglicol, perfumes sintéticos e derivados de petróleo como o óleo mineral, entre outras substâncias controversas mencionadas no texto “12 ingredientes que devem ser evitados” (a lista começou com 12 e está sendo ampliada aos poucos).

Fiquei surpresa ao encontrar uma enorme variedade de opções que atendem a esses requisitos, ao mesmo tempo em que cumprem o que se espera de cada tipo de produto de cuidado pessoal. Muitos desses itens são nacionais, e todos os restantes podem ser entregues no Brasil, mesmo que boa parte deles seja de empresas estrangeiras que ainda não têm representação no país.

A pele do meu corpo é bem seca, embora a do rosto seja mista e a do couro cabeludo seja normal. Uma mudança que fez uma grande diferença para mim foi trocar os sabonetes convencionais por sabonetes 100% naturais, com ingredientes orgânicos quando possível. Gosto especialmente do Sabonete #49 Castanha-do-Pará 72% Bio e do Sabonete #51 Oliva & Lavanda, ambos da marca artesanal e brasileira Sachi, que emprega óleos e manteigas vegetais na elaboração de seus sabonetes, pelo método cold process. Limpam sem exagero e são adequados para o rosto e o corpo todo, incluindo a área íntima. Servem até para fazer depilação; os homens podem usá-los para fazer a barba. Utilizo os sabonetes da Sachi também como xampus sólidos, todos os dias, desde dezembro de 2011, e meu cabelo está mais saudável.

Fiquei muito contente ao descobrir condicionadores excelentes: o Bare Unscented Detangler, sem perfume, e o Citrus & Neroli Detangler, que são da marca americana John Masters Organics e podem ser aplicados como leave-in, e o Shine & Care Hair Conditioner, da empresa alemã Lavera. Os dois primeiros contam com ingredientes orgânicos como extratos de arnica e calêndula, e óleos de jojoba, linhaça e prímula, além de proteínas vegetais e hialuronato de sódio. O terceiro destaca o óleo de abacate orgânico e o leite de amêndoa orgânica na sua composição, e também possui queratina vegetal e extrato de calêndula orgânica.

E estou bastante satisfeita com a utilização de óleos vegetais como tratamento capilar, num procedimento de umectação que inclui massagem no couro cabeludo com os mesmos óleos que são aplicados nos fios. Meus preferidos são o Bhringaraj Oil, uma combinação orgânica de óleo de gergelim com erva-botão, da marca inglesa ayurvédica Pukka [ATUALIZAÇÃO, 28/10/2014: Infelizmente, o Bhringaraj Oil foi descontinuado], e uma mistura do Óleo de Coco Virgem Orgânico, da Dr. Orgânico, uma empresa brasileira de alimentos (sendo que o óleo vem das Filipinas), com o Óleo de Linhaça Orgânico, da Jatobá, uma produtora nacional de alimentos orgânicos.

Para hidratação corporal, a Neutral Body Lotion, da marca alemã Lavera, é uma loção intensiva e sem perfume que tem combatido o ressecamento da minha pele com sucesso nos invernos passado e retrasado, e da qual guardo uma unidade de reserva nas demais estações do ano, para passar quando for preciso. Foi desenvolvida para peles muito sensíveis e foi testada em pessoas que sofrem de eczema, rosácea e psoríase. Contém óleo de prímula orgânica e o óleo de jojoba orgânica. Já no outono e no inverno deste ano estou experimentando um achado recente, que também tem dado um ótimo resultado: a Loção Hidratante Copaíba, da marca brasileira Cativa, formulada para peles sensíveis, com tendência a psoríase e dermatites. Contém óleo de copaíba, manteiga de cupuaçu orgânico e óleo de andiroba orgânica.

Neutral Body Lotion, da Lavera
Clique na imagem para ampliar [Foto de Michelle C., Tantas Plantas]

Loção Hidratante Copaíba, da Cativa
Clique na imagem para ampliar [Foto de Michelle C., Tantas Plantas]

Os melhores produtos para o meu rosto têm sido o Creme Facial Noturno de Rosas, formulado com extrato de acerola, manteiga de cupuaçu, óleo de rosa mosqueta e extrato de açaí, todos orgânicos, entre outros ativos botânicos, da marca nacional Ikove, e o protetor labial orgânico Vanilla Bean Cocoa Butter Lip Balm, um bastão feito com azeite de oliva, manteiga de cacau, cera de abelha e extrato de baunilha, entre outros ingredientes orgânicos, da empresa americana Badger.

E eventualmente reforço a hidratação nas áreas mais secas do corpo e do rosto com um dos seguintes itens: a Manteiga de Murumuru, orgânica, da marca artesanal e brasileira Ewé, a pomada Creamy Cocoa Butter Everyday Body Moisturizer, à base de manteiga de cacau orgânica e fair trade, da fabricante americana Badger, o óleo vegetal de prímula orgânica Evening Primrose Oil, da empresa inglesa Balm Balm, o creme All-Round Cream, feito com manteiga de karité orgânica e óleo de amêndoa orgânica, da já citada marca alemã Lavera.

Os produtos mencionados não são testados em animais, e a maioria possui uma formulação adequada para quem é adepto(a) do veganismo. Quase todos são indicados inclusive para crianças, e outros são compatíveis com grávidas; essas informações são dadas nas respectivas resenhas, nas quais sempre coloco as listas completas de ingredientes. Por serem artesanais, os itens comentados das marcas Sachi e Ewé às vezes se encontram indisponíveis, porém é possível entrar em contato com ambas para ter uma previsão de quando chegarão às lojas virtuais.

ATUALIZAÇÃO, 25/08/2015: Os cosméticos citados no texto têm resenhas publicadas aqui no Tantas Plantas, com informações mais detalhadas, preços, listas de ingredientes, fotos e lojas. Para ver cada resenha, basta clicar no nome de cada produto.

ATUALIZAÇÃO, 10/04/2015: Não tenho tido manifestações da dermatite atópica desde 2013. Nessa semana fiquei muito feliz ao descobrir que o prazo de validade da minha pomada alopática expirou em setembro do ano passado! Como já não preciso dela há tanto tempo, só percebi que ela está vencida agora, fazendo uma faxina na caixa de remédios.

Além dos produtos citados no texto acima, tenho encontrado outros que ajudam diretamente no meu controle da dermatite atópica. A lista de resenhas abaixo ganhará acréscimos sempre que surgir mais algum.



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LEIA TAMBÉM:

“Resenha: Corretivo Ultra-Hidratante, Base Excellent Skin e BB Cream 4 em 1, da Baims”
“O que é importante saber antes de comprar em sites estrangeiros”
“Férias no Havaí, parte 1: passeios, acomodações e transporte na Big Island”
“Férias no Havaí, parte 2: restaurantes, produtos orgânicos e outras compras na Big Island”

34 comentários:

livia arbex disse...

oi Michelle.

Estou desenvolvendo muitas alergias e depois de uma experiência desastrosa com tintura (coceiras e feridas no couro) comecei a transição para cosméticos orgânicos. Seu blog é um alento e tem me auxiliado muito com informações valiosas sobre os produtos.

Só fiquei reticente em relação ao uso da Henna Surya. Ainda não testei pois, como minha última experiência foi um estrago, pretendo aguentar ao máximo meus fios brancos antes de aplicá-la.

Você usa com frequência? Li muitas reclamações sobre a Henna Surya em blogs (inclusive de fora do Brasil) e também no Reclame Aqui. Este relato especialmente me impressionou:

http://www.reclameaqui.com.br/5559290/surya-henna-brasil/composicao-quimica-do-produto-na-forma-de-creme/

Li também sobre possível presença de chumbo (na Henna em pó), ressecamento excessivo dos fios e encorpamento.

Sabemos que tintura é química e o ideal seria aceitar a realidade dos brancos, mas será que a Henna da Surya é um caso de greenwash?

Você tem tido uma experiência positiva com o produto recentemente? Adoraria ouvi-la.

abraços e obrigada,
Livia

livia arbex disse...

ah, encontrei também este texto aqui, falando da Henna da Surya:

http://organicdye.blogspot.com.br/2012/06/surya-henna-cream-colors-white-hair.html

Michelle C. disse...

Olá, Livia Arbex,

Antes de tudo, peço desculpas pela demora para responder! Acabei ficando longe do blog nos últimos dias, por várias razões...

A Surya afirma que suas hennas não contêm chumbo, entre outras substâncias que prefiro evitar. Como consumidora, não tenho dados para contestar, acho que somente exames de laboratório poderiam dar uma resposta objetiva.

Eu não uso a henna da Surya em creme, só uso a henna em pó, pois é a versão que não possui pigmentos sintéticos. No meu cabelo, nunca notei ressecamento, mas convém ressaltar que ele normalmente não é seco mesmo. E nem encorpamento num sentido negativo – eu noto que os fios parecem mais fortes e brilhantes, mas não excessivamente grossos ou endurecidos, ou algo nessa linha.

Quanto à freqüência, tenho passado a henna em pó uma vez por mês, mais ou menos. Talvez devesse aumentar essa freqüência, mas a verdade é que eu não ligo tanto para os fios brancos. Ainda não são muito numerosos (embora agora eu tenha mais do que na época em fiz o post sobre esse produto) e encaro o uso da henna como uma forma de disfarçá-los apenas. Eles continuam ali, e podem ser notados por qualquer pessoa mais atenta, porque mesmo a cor mais escura de henna em pó (Castanho) é mais clara que a cor natural do meu cabelo, que é quase preto. A caixa do produto tem ilustrações de como seria o resultado final em várias tonalidades de cabelo, acho que está bem fiel à realidade.

Se você for experimentar qualquer henna, em pó ou em creme, não deixe de fazer um teste antes (prova de toque), numa área pequena de pele, como atrás da orelha ou a parte interna do braço. O porém é que a pele vai ficar colorida por um tempo, mas é uma forma de minimizar o risco de alergia.

Obrigada pelos seus comentários, que bom que o blog está sendo útil!

Abraços,
Michelle

livia arbex disse...

Oi Michelle. Obrigada por me responder.

Vou experimentar a versão da Surya em pó. Já fiz o teste na parte interna do braço e não deu reação alguma, ainda bem!

Depois que usar, passo aqui para te contar mais.

abraços,
Livia

Bianca disse...

Oi michelle, conheci o seu blog e adorei saber da gama de produtos naturais e que funcionam de verdade. deixo aqui uma sugestão, q vc informe quando o post for uma propaganda ou um post pago, acho mais legal p quem esta lendo, dá mais credibilidade!

Michelle C. disse...

Oi, Bianca, obrigada pela sugestão. Na verdade já tenho esse cuidado desde o início do blog. Até o momento, todos os posts foram espontâneos mesmo, nenhum é propaganda ou post pago, por isso esse aviso ainda não apareceu. Eventualmente recebo algum produto sem custo; só escrevo resenha se eu tiver gostado realmente do resultado. Nesses casos, a informação está dada no texto (é o caso de um creme para os olhos da marca inglesa Pai Skincare, o Echium Anti-ageing Eye Cream, que aliás passou a se chamar Echium & Argan Gentle Eye Cream). Obrigada mais uma vez pelo comentário, é muito bom saber que você dá valor à transparência :)

vivi disse...

Adorei o post, minha irma tem dermatite vou indicar varios produtinhos..... obrigada!!!
Que legal o conteudo do blog, só conhecia alguns blogs americanos falando sobre produtinhos naturais, é bom saber q temos boas altenativas d produtos no brasil!

Michelle C. disse...

Olá, Vivi, obrigada pelo comentário, que bom que você gostou do blog! Realmente é ótimo poder contar com bons produtos também no Brasil :)

Vitor Salvatore disse...

Ola! Oque vc acha do oleo de neem para rosacea? Ouvi dizer que é bom... mas tenho a impressão que deve ser bastante toxico...

Michelle C. disse...

Olá, Vitor Salvatore, infelizmente não tenho como opinar sobre o óleo de neem no tratamento de rosácea... Acho que um médico ayurvédico seria uma boa pessoa para te responder!

Vitor Salvatore disse...

Vc conhece algum bom medico ayurvedico?
Ah fiz um gel caseiro para cabelos com gelatina em po e oleo essencial de alecrim, minha pele esta vermelha nao sei se é o protetor solar sundow ou o oleo de alecrim, vc teve alguma experiência negativa com oleos essenciais?

Vitor Salvatore disse...

Fiquei muito feliz em conhecer seu site, eu estou no mesmo barco que vc procurando algo para tratar a minha pele de forma natural poderia me passar seu face para conversarmos mais? Eu sou uma verdadeira cobaia humana de produtos naturais kkkkk

Michelle C. disse...

Vitor Salvatore, infelizmente não tenho ninguém que conheça ayurveda para te indicar...

Sobre o gel que você experimentou, pode ter sido uma reação a qualquer um desses ingredientes mesmo, ou ao conjunto deles, ou uma questão de dosagem; é difícil apontar uma causa específica.

Não tive experiências negativas com óleos essenciais, mas tomo muito cuidado com as quantidades e as combinações. Tenho alguns óleos essenciais e óleos vegetais em casa, mas prefiro comprar produtos já prontos.

Que bom que você está gostando do site! Pode me escrever por email: tantas.plantas@uol.com.br. Ou nas sessões de comentários dos posts, pois seus relatos e suas perguntas podem ajudar outros(as) leitores(as) que por acaso estejam na mesma situação :)

Vitor Salvatore disse...

Michelle, vc ja usou o creme "pro-k"? Dizem ser muito bom para rosacea e microvarizes.... ainda nao testei pois tenho que descaçar minha pele rsrsrs

Michelle C. disse...

Nunca usei esse creme...

Leiliane Barbosa disse...

minha filha tem dermatite ela tem 1 ano e 7 meses e vejo que o cabelo e muito ressecado tem alguma coisa a ver ???

Michelle C. disse...

Leiliane Barbosa, acho que pode ser que sim, mas também pode não ter relação direta com isso... Eu, por exemplo, não tenho cabelo ressecado.

Marcia disse...

olá!! gostaria de saber como vc faz pra importar tudo isso.... fiquei interessada, mas onde encontrar?

Michelle C. disse...

Marcia, por favor clique no nome de cada produto, assim você verá a resenha específica de cada item. Em todas as resenhas do blog, além da lista de ingredientes, informo sempre a loja (ou lojas, muitas vezes há duas opções) na qual comprei os cosméticos. Também fiz textos sobre cada loja multimarcas estrangeira; para acessá-los, basta clicar no nome de cada loja. Costumo comprar online e recebo as encomendas pelo correio. Me avise se surgir alguma dúvida!

Love Life disse...

Oi. Ótimas dicas, onde comprar os produtos que vc indicou?

Michelle C. disse...

Olá, Love Life, obrigada pelo comentário. Os cosméticos citados no texto têm resenhas publicadas aqui no Tantas Plantas, com fotos e informações sobre lojas, preços, listas de ingredientes e outros detalhes. Para acessar cada resenha, basta clicar no nome de cada produto. As lojas estrangeiras também têm resenhas próprias.

"PatyRL" disse...

Olá! Ótima leitura :)
E quanto aos desodorantes?

Michelle C. disse...

Obrigada pelo comentário, "PatyRL"! Peço desculpas pela demora para responder. A marca alemã Lavera tem 4 opções de desodorante para pessoas com pele sensível, sendo que uma delas, chamada Neutral, não contém fragrância. Costumo comprar os produtos da Lavera nas lojas inglesas Love Lula e Feel Unique. A loja virtual americana da Lavera também faz entregas no Brasil.

Já usei um frasco da opção Basis Sensitiv e gostei muito do aroma suave e da sensação de conforto (não irritou a minha pele em momento algum), mas o efeito desodorante não durava o dia todo comigo... Acabava sendo necessário fazer um "banho de gato" em dado momento, seguido de uma reaplicação do desodorante.

Mônica Barbosa disse...

Olá, Michelle! Vejo seu interesse em ajudar as pessoas com experiências que você já obteve utilizando produtos naturais.
Há 3 anos que descobri uma tal de dermatite crônica perivascular superficial, tenho feito consultas com vários especialistas, gastei muito dinheiro a fim de restaurar a minha pele da parte superior dos pés, calcanhares, uma pequena região das pernas e joelhos, que ficaram com aspectos esbranquiçados( descamando), no entanto, não obtive resultado com nenhum dos remédios caríssimos prescritos pelos médicos. Nem sequer souberam me dizer as causas do surgimento dessa alergia que está deixando minha autoestima cada vez mais declinada, tudo isso porque as lesões já estão interferindo na minha estética. Me ajude, por favor, quero muito um medicamento que amenize essas lesões em minha pele, causadas pela dermatite .
Se quiser tambem pode entrar em contato comigo pelo seguinte email:
monicabarbosa1947@hotmail.com

Desde já, te agradeço .
Atenciosamente,
Mônica Barbosa

Michelle C. disse...

Olá, Mônica Barbosa! Acho que não vou conseguir te ajudar muito, porque não sou da área médica e o seu tipo de dermatite é diferente do meu... Mas posso te contar que, no meu caso, de vez em quando a pele curada das lesões também ficava esbranquiçada, e felizmente essas áreas voltavam à cor normal aos poucos. Sendo que eu nunca deixo de hidratar bastante a pele, todos os dias, e pelo menos duas vezes por dia, com produtos naturais como os que citei no post. Estou gostando muito também da Calêndula Loção Hidratante Corporal (100% natural e 99% orgânica), da Weleda (http://www.weleda.com.br/), uma marca estrangeira que está presente no Brasil há décadas. Em breve vou fazer um post sobre os produtos dessa linha de calêndula.

E vou destacar aqui um trecho do post, no qual falo sobre outras coisas que tenho feito e me ajudam muito: "Além das providências citadas, beber bastante água, receber massagem e fazer automassagem com regularidade, diminuir a exposição ao barulho e outros tipos de poluição urbana, fazer terapia, praticar atividades físicas e manter uma boa alimentação, confirmada por uma nutricionista especializada em nutrição funcional e fitoterapia, são alguns dos recursos que uso para estabelecer um estado geral de equilíbrio e bem-estar, e minimizar o estresse — um fator que pode agravar a dermatite atópica."

Anônimo disse...

O gel de Aloe Vera ajuda muito a diminuir as coceiras e tem propriedades que ajudam na restauração do tecido da pele, cicatrizante, vale a pena usar.

Michelle C. disse...

Obrigada pela dica, vou experimentar!

Anônimo disse...

Gente, possuo dermatite atópica há anos e tenho encontrado êxito na manteiga de cacau para hidratar minha pele, especificamente nas lesões (que diminuíram muito). Passo aquele batom mesmo, na mão. É muito barato e o resultado está ótimo!

Anônimo disse...

Tenho desde de criança sofro muito e meu filho herdou de mim.Usei milhares de remédios e cremes prescritos por dermatologistas. Muitos pioraram escureceram minha pele. Hoje não passo em dermatologista por me sentir rata de laboratório. Minha pele já tem muito problema pra ter teste além do dinheiro. Se você encontrou um excelente dermatologista sinta se realizada não foi o meu caso. E receitas caseiras observar minha pele e questões externas comecei a me tratar estou começando a usar a linha de hidratação da Body store shop que já está popular no Brasil com lojas em Shopping. Vale a pena comprar o kit pequeno para teste.

Agora regras básica para quem sofre com isso disciplina.

João Alves disse...

Minha mãe sofre muito com isso Michele como você faz para depilar as pernas. Minha mãe não pode com nada.

Michelle C. disse...

Desejo-lhe melhoras, Anônima de 15/02/2016.

Michelle C. disse...

Olá, João Alves, sempre me depilei eu mesma, em casa. Nos últimos anos tenho depilado com lâmina, duas vezes por semana, sem problemas. Anteriormente, alternava entre a depilação com lâmina, a depilação com cera fria e o método de arrancar os pelos um a um (fazia isso com uma pinça, puxando no sentido do comprimento).

Beth Haimenis disse...

oi Michelle, o que você passava nas lesões, quando dava coceira?

Obrigada!

Michelle C. disse...

Olá, Beth Haimenis, eu passava uma pomada alopática que a minha dermatologista receitou. Como cada caso é um caso, não convém mencionar o nome do remédio; conto com a sua compreensão.

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