terça-feira, 18 de agosto de 2015

Férias no Havaí, parte 1: passeios, acomodações e transporte na Big Island

Estive no Havaí por treze dias, e fiquei muito impressionada com as paisagens fantásticas e diversificadas; a profusão de lava, plantas e animais; a organização e a limpeza dos lugares; a grande oferta de produtos orgânicos; e a atitude simpática, calma e educada das pessoas com as quais tivemos contato, várias delas provenientes de outras regiões do mundo.

O anoitecer em Kealakekua Bay, visto da praia que fica em frente ao Dolphin Dreams Kealakekua
Clique na imagem para ampliar [Foto de Michelle C., Tantas Plantas]

ACOMODAÇÕES

Viajei com a minha filha algumas semanas atrás, em julho de 2015, a convite da minha irmã, que se mudou para a Big Island com o marido e os cachorros deles no final de 2014. Ela é brasileira, ele é americano e estava radicado no Brasil. Aqui no Rio de Janeiro, a Cindy trabalhava como promotora de justiça e o John era correspondente internacional. O amor pela natureza, especialmente golfinhos e baleias, foi um dos motivos que os levaram a se fixar em Kealakekua Bay, na região de Kona, um dos melhores locais para quem quer observar esses e outros animais marinhos, praticar snorkeling, mergulho e stand up paddleboarding (SUP).

A casa deles foi construída bem em frente à baía, um verdadeiro paraíso de tranquilidade e belezas naturais, brindado todos os dias por um pôr-do-sol mais espetacular do que o outro. Minha irmã e meu cunhado moram no segundo andar da casa e destinaram o térreo para alugar por temporada (uma modalidade que em inglês é chamada de vacation rental), criando assim o Dolphin Dreams Kealakekua. Os ambientes são coloridos e arejados, totalmente equipados para oferecer conforto para até cinco hóspedes.

Para mergulhar na Kealakekua Bay, basta caminhar alguns passos pelo jardim e descer uma escada de pedra. O John e a Cindy são excelentes anfitriões e sabem das melhores dicas, e a localização do Dolphin Dreams Kealakekua é ótima para servir como base para outros passeios na Big Island. Recomendo muito, tanto para quem vai fazer uma viagem romântica quanto para quem for viajar com crianças ou um grupo de amigos. Mais detalhes, incluindo fotos e comentários de hóspedes, podem ser vistos no Airbnb e no VRBO.

TRANSPORTE

A companhia aérea que usamos foi a American Airlines. Também chamada de Island of Hawai‘i (Ilha do Havaí), a Big Island é a maior ilha do arquipélago que compõe o Havaí, que vem a ser o 50o estado dos EUA. Das ilhas havaianas, é a que está situada mais ao Sul. A denominação Big Island (Ilha Grande) evita a confusão entre o nome da ilha e o nome do estado. Possui dois aeroportos internacionais, o de Kona no lado Oeste, e o de Hilo no lado Leste. Hilo é a capital e a maior cidade da Big Island.

Na ida, as 21 horas de avião foram divididas em quatro voos: Rio de Janeiro–Miami, Miami–Houston, Houston–Los Angeles, Los Angeles–Kona. Na volta, tivemos três voos: Kona–Los Angeles, Los Angeles–Miami, Miami–Rio de Janeiro. Sem falar numa porção de horas de espera entre as conexões. Foi cansativo, mas por uma boa causa, e no fim das contas o desgaste para a minha filha (essa era a minha maior preocupação, pois ela está com apenas sete anos) foi bem menor do que eu tinha imaginado. Mascar chiclete é um hábito que eu e ela nunca tivemos, no entanto ajudou bastante nas decolagens e principalmente nas aterrissagens.

Para circular na Big Island, é preciso usar um carro, porque as opções de transporte público são escassas. Vi pouca gente andando de bicicleta, provavelmente devido ao sol forte e às várias subidas e descidas. Não é à toa que o Ironman World Championship é realizado no distrito de Kona anualmente, desde 1981.

PASSEIOS

1. Pu‘uhonua o Honaunau National Historical Park (Highway 160, Honaunau): Dos mais de 400 parques nacionais existentes nos Estados Unidos, quatro estão na Big Island. Visitamos todos os quatro; esse foi o primeiro. Fica na costa Sul da região de Kona, no lado Oeste da ilha.

No Havaí antigo, se um indivíduo quebrasse as leis sagradas da sociedade havaiana, estaria condenado à morte, a menos que conseguisse chegar a um local de refúgio (pu‘uhonua). Nesse local, estaria a salvo e seria absolvido por um sacerdote. Civis em tempos de guerra e guerreiros vencidos também encontravam proteção nos locais de refúgio. Devido à presença de chefes havaianos naquela época, as áreas denominadas Royal Grounds eram sagradas para os havaianos do passado — e são assim consideradas até os dias atuais.

A 1871 Trail é uma trilha que também integra o parque e contém ruínas havaianas, muita lava e uma bonita vegetação. Perto de lá fica a Coastal Trail, uma trilha costeira cheia de piscinas naturais, formadas pela água que a maré deposita sobre a lava. Na 1871 Trail, a Alahaka Ramp é uma rampa que oferece uma linda vista do mar e dos penhascos de lava.

Reconstrução do templo Hale o Keawe, no Pu‘uhonua o Honaunau National Historical Park
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Guardiões do templo Hale o Keawe, no Pu‘uhonua o Honaunau National Historical Park
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Royal Grounds, no Pu‘uhonua o Honaunau National Historical Park
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Piscinas de água do mar sobre a lava, na Coastal Trail, no Pu‘uhonua o Honaunau National Historical Park
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Ruínas havaianas ao longo da 1871 Trail, no Pu‘uhonua o Honaunau National Historical Park
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Vista da Alahaka Ramp, no Pu‘uhonua o Honaunau National Historical Park
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2. Pu‘ukohola Heiau National Historic Site (62-3601 Kawaihae Road, Kawaihae): Construído pelo rei Kamehameha I em 1790-1791, o Pu‘ukohola Heiau teria a função de realizar uma profecia de um poderoso sacerdote, que anunciou que a guerra civil terminaria se Kamehameha erigisse um templo (heiau) ao deus da guerra Ku (ou Kuka‘ilimoku), em Pu‘ukohola. É o maior templo restaurado do Havaí, e está situado na parte Noroeste da Big IslandKamehameha de fato unificou as ilhas havaianas, em 1810, após muitos anos de conflitos.

Templo Pu‘ukohola, Pu‘ukohola Heiau National Historic Site
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Parte de uma bancada no museu que funciona no centro de visitantes
do Pu‘ukohola Heiau National Historic Site
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3. Kaloko-Honokohau National Historical Park (73-4786 Kanalani St Unit 14, Kailua-Kona): Esse parque mostra como os antigos havaianos sobreviveram e prosperaram num território quente e árido, empregando técnicas ancestrais de pesca — como a construção de tanques nos quais os peixes entravam com a maré e depois acabavam retidos — e o valioso conhecimento da localização de água salobra que flui em diversos pontos do parque.

É também uma área bastante procurada por tartarugas marinhas (muitas das quais estão vendo seres humanos pela primeira vez em suas vidas), para se alimentar de algas e se aquecer ao sol, em delicadas piscinas formadas pelas marés. O parque encontra-se no lado Oeste da Big Island.

Tartaruga marinha na Honokohau Beach, no Kaloko-Honokohau National Historical Park
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Tanque de peixes e templo havaiano ao fundo, no Kaloko-Honokohau National Historical Park
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4. Hawai‘i Volcanoes National Park (1 Crater Rim Dr, Volcano): Começamos a visita com um almoço marcante na Volcano House, um misto de hotel, restaurante (The Rim Restaurant) e loja de lembranças de viagem, dentro do parque. Seu amplo restaurante e os apartamentos mais caros têm uma sensacional vista panorâmica do cume do vulcão Kilauea.

Hawai‘i Volcanoes National Park fica na região Sudeste da ilha e tem a peculiaridade de permanecer aberto 24 horas por dia, todos os dias do ano. É o terceiro maior parque dos Estados Unidos, logo após Yellowstone e Yosemite. Conta com áreas para quem quiser acampar e está repleto de trilhas, que podem ser percorridas também em excursões guiadas por guardas florestais. Bicicletas são permitidas somente em determinados locais.

O arquipélago havaiano é totalmente formado pela lava de seus vulcões, e Kilauea e Mauna Loa, dois dos vulcões mais ativos do mundo, ainda estão acrescentando território à Big Island. O Kilauea Visitor Center contém uma série de informações sobre o parque e sobre a evolução dos ecossistemas das ilhas, apresentadas em exposições e filmes, como o belo Born of Fire... Born of the Sea.

Já o Thomas A. Jaggar Museum é um museu dedicado à vulcanologia, e mostra mapas, objetos geológicos e equipamentos utilizados no estudo de vulcões, além da relação dos antigos havaianos com Pele (ou Pelehonuamea), a deusa do fogo e dos vulcões, cuja casa seria a cratera Halema‘uma‘u, no topo do vulcão Kilauea.

Crater Rim Drive consiste numa estrada com diversos trechos interessantes, como áreas com saídas naturais de vapor (Steam Vents), a gigantesca cratera Kilauea Iki — que em 1959 era um imenso lago de lava —, e o Thurston Lava Tube (também chamado de Nahuku) — uma caverna formada por um rio de lava no passado, e em cujo entorno pudemos caminhar por uma exuberante floresta de samambaias.

A Chain of Craters Road é outra estrada que vale a pena ser percorrida. É extraordinário, por exemplo, o local do derramamento de lava de Mauna Ulu, cuja erupção aconteceu em várias fases, entre 1969 e 1974. Onde hoje se vê lava e mais lava, havia antes uma densa floresta.

Gestantes, crianças e pessoas com problemas respiratórios ou cardíacos devem tomar um cuidado maior com os gases vulcânicos de dióxido sulfúrico, emanados em algumas partes do parque — embora o padrão usual dos ventos carregue os gases para longe das áreas abertas aos frequentadores. O Kilauea Visitor Center fornece boletins constantemente atualizados sobre a qualidade do ar.

Entre inúmeras outras espécies de plantas e animais, o Hawai‘i Volcanoes National Park abriga o nene, um pássaro que é o símbolo do estado do Havaí e está ameaçado de extinção. Eventualmente os nenes atravessam as estradas, e placas em certos pontos pedem atenção ao dirigir. Os nenes não devem ser alimentados, pois isso cria neles o hábito de pedir comida e faz com que se aproximem de veículos com essa finalidade, podendo acabar feridos ou atropelados.

Para quem pretende esperar o anoitecer para admirar o brilho da lava do vulcão Kilauea, seria uma boa ideia pernoitar num hotel. Realizar o passeio todo num só dia é viável, mas a volta à noite pode ser cansativa para quem está ao volante, porque que a região se torna bem escura. Convém ter em mente que, depois que o sol se põe, faz frio e venta muito no parque. Troquei de roupa ao anoitecer, mas, mesmo de calça comprida, casaco, cachecol e botas, achei o frio incrivelmente intenso.

Cratera Halema‘uma‘u, do vulcão ativo Kilauea, vista do restaurante
da Volcano House, no Hawai‘i Volcanoes National Park
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Saída de vapor, no Hawai‘i Volcanoes National Park
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Cratera Kilauea Iki, no Hawai‘i Volcanoes National Park
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Local do derramamento de lava de Mauna Ulu, no Hawai‘i Volcanoes National Park
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O brilho da lava do vulcão Kilauea, visto do Jaggar Museum, no Hawai‘i Volcanoes National Park
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As descrições acima estão longe de abranger tudo o que pode ser visto nos quatro parques nacionais da Big Island. São lugares fascinantes, que eu adoraria visitar novamente!

Alguns dos momentos mais especiais ocorridos nos parques nacionais estão relacionados com o Junior Ranger Program, um programa gratuito do National Park Service, com questões e atividades que as crianças podem fazer com a ajuda dos seus familiares, se for necessário. Dessa forma, são consolidadas informações importantes sobre os parques e sobre como as pessoas podem tentar protegê-los, hoje e no futuro. Minha filha adorou participar do programa; está guardando com o maior carinho os distintivos que ela conseguiu obter nos quatro parques nacionais da Big Island. Todos os guardas-florestais (rangers) — homens e mulheres — que verificaram suas respostas e os seus desenhos, ouviram o seu juramento e oficialmente declararam-na junior ranger em cada parque foram extremamente gentis.

5. Painted Church (84-5140 Painted Church Rd, Captain Cook): Com seu interior pintado pelo padre beneditino John Velge entre 1899 e 1904, é a igreja mais graciosa em que já estive. Localiza-se em South Kona, uma região cheia de fazendas do prestigiado tipo de café 100% Kona Coffee. Originalmente denominada St. Benedict Roman Catholic Church, é mais conhecida como Painted Church.

Padre Velge era um artista autodidata e adornou a igreja utilizando tintas comuns, usadas para pintar casas, sobre madeira comum. Inspirou-se na Catedral de Burgos, na Espanha, de estilo gótico, e adicionou uma dimensão tropical e havaiana à sua obra ao pintar palmeiras e um céu com estrelas e pássaros no teto. Naquela época, poucos havaianos sabiam ler, e as imagens tinham a função de ensinar passagens importantes da Bíblia. Em 1904, devido a problemas de saúde, padre Velge voltou para a Bélgica, seu país natal, e não pôde concluir alguns painéis.

Painted Church (St. Benedict Roman Catholic Church)
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6. Pololu Valley (Highway 270, North Kohala): Encontra-se no Norte de Big Island, no final de uma autoestrada, e tem uma vista fenomenal da costa Nordeste da ilha e seus penhascos verdejantes. A paisagem pode ser admirada ao longo de uma trilha que leva à Pololu Beach, uma praia de areia fina e muito escura, por ser originada de lava. Nadar não é recomendado, devido às fortes correntes.

No caminho, paramos rapidamente para ver a estátua original do rei Kamehameha I, na pequena cidade de Kapaau, efetivamente perto de onde nasceu o primeiro monarca do Havaí. Ali, gostei de ler os detalhes dos percalços ocorridos entre a elaboração da estátua na Europa, em 1880, e a sua chegada no Havaí, em 1912, passando por um naufrágio e um surpreendente resgate.

Pololu Valley
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Pololu Beach, vista da trilha
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Pololu Beach
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7. Kealakekua Bay: Passeamos quase todas as manhãs nessa deslumbrante reserva ecológica de vida marinha. Além de ser uma área de preservação ambiental, é um local histórico importante: ali aconteceu o primeiro grande contato entre havaianos e ocidentais, liderados pelo inglês James Cook (explorador, navegador, cartógrafo e capitão da Marinha Real Britânica), em 1779. Semanas depois, o capitão Cook foi morto por havaianos num confronto, nessa mesma baía. Posteriormente, foi erigido o Captain Cook Monument, um obelisco branco em sua homenagem.

Kealakekua Bay é perfeita para snorkeling, principalmente no entorno do Captain Cook Monument (na foto, é a área ao fundo, à direita), além de remo em caiaques e mergulho. Muitos turistas chegam a pé, pela Kaawaloa Trail, mas essa pode ser não ser a melhor maneira, porque a trilha é demorada, quente e exaustiva. É bastante aprazível ir até lá de caiaque ou em pranchas de SUP, como fizemos, partindo do outro lado da baía, onde está situado o Dolphin Dreams Kealakekua (o acesso pode ser feito de carro, descendo uma estrada sinuosa). Há também pessoas que frequentam a baía de barco ou a nado.

No meio da Kealakekua Bay, além do mar extremamente azul, é possível avistar golfinhos, tartarugas, peixes tropicais, ouriços e corais — num dia de excepcional visibilidade, enxergamos até mesmo o fundo da baía, vários metros abaixo da superfície. Estar perto de dezenas de golfinhos-rotadores foi espetacular. Baleias-jubarte costumam aparecer nos meses de inverno, que lá ocorre de janeiro a março.

A praia com coqueiros que é mostrada ao longe, no lado esquerdo da foto, é a Manini Beach, muito apropriada para relaxar, contemplar os penhascos da Kealakekua Bay, mergulhar, praticar snorkeling e fazer um piquenique numa das mesas disponíveis, à sombra das árvores do gramado. No lado Leste da baía, está situado o Hikiau Heaiu, um templo dedicado ao deus havaiano Lono.

Kealakekua Bay (com Manini Beach ao fundo, do lado esquerdo, e o Captain Cook Monument, 
do lado direito), vista da praia que fica em frente ao Dolphin Dreams Kealakekua
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OBSERVAÇÕES

1. Uma recomendação providencial da minha irmã foi a de utilizar de water socks nas praias da Big Island, geralmente cobertas de pedras de lava e pedaços de corais (todas as pedras pretas que aparecem nas minhas fotos são formadas por lava, e as eventuais pedras brancas são corais). Water socks são calçados que podem ser mergulhados na água, secam rapidamente, são bem ventilados e possuem solado antiderrapante. Protegem a sola dos pés, os dedos e as unhas. Logo no início da viagem, compramos water socks na loja Sports Authority (74-5450 Makala Blvd, Kailua-Kona); eu e a minha filha usamos em todos os dias da viagem, nas praias, nas trilhas e na ida ao vulcão Kilauea. [ATUALIZAÇÃO, 11/09/2016: A rede Sports Authority fechou, porém a loja Oshima Store (79-7400 Mamalahoa Hwy, Kealakekua) vende water socks, entre uma infinidade de artigos e alimentos.]

2. Convém colocar um saquinho para o lixo na bolsa ou na mochila, já que praticamente não há lixeiras pelas ruas e estradas, que por sinal são bem limpas. Cada um deve se responsabilizar por descartar seu lixo em casa ou no hotel, separando o que é reciclável e o que não é reciclável.

3. Com exceção do Hawai‘i Volcanoes National Park, não existem restaurantes e nem mesmo lanchonetes nos locais que citei. Levamos lanches, garrafas de água e água de coco em todos os passeios.

4. Pode ser útil andar com uma sacola leve e dobrável para eventuais compras. Nas lojas e nos supermercados, os clientes não recebem sacos plásticos para carregar os itens adquiridos. Sacos de papel podem ser providenciados pelos estabelecimentos, e às vezes são cobrados separadamente.

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LEIA TAMBÉM:

“Férias no Havaí, parte 2: restaurantes, produtos orgânicos e outras compras na Big Island”
“Resenha: bálsamo para o corpo e o rosto Healing Bee Balm, da Big Island Bees (Série Havaiana)”
“Resenha: stain para lábios e rosto Mocha Rose Stain e spray aromaterápico Mauka Space & Body Spray, da Indigo Elixirs (Série Havaiana)”

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